Zé e os anos 2000
2009
O CD/DVD “Zé Ramalho canta Bob Dylan” recebeu indicação ao Grammy Latino, na categoria melhor disco de rock.
2008
Grava o cd/dvd “Zé Ramalho canta Bob Dylan”, trazendo versões de sucessos do ídolo americano. Zé Ramalho apresenta uma fórmula musical de sua criação: MPB + POP + NORDESTE, aplicada às canções que permearam sua juventude, sonhos e desilusões. O resultado é magnífico!!!
2007
Grava o cd/dvd “Parceria dos viajantes” com sonoridade pop+mpb, cantando, tocando e compondo com diversos amigos, dentre eles Daniela Mercury, Banda Calipso, Paulo Ricardo, Pitty, Zélia Duncan, etc. Tudo sob a produção de Robertinho de Recife. O disco é indicado a melhor disco de MPB no Grammy Latino. 30 anos após o primeiro disco, Zé Ramalho não pára de se reinventar e renovar as conexões musicais, com parceiros que são, muitas vezes, admiradores.
2005
O cd/dvd “Zé Ramalho Ao Vivo” sai das lojas por decisão judicial em caráter liminar, por conta de uma ação movida pela Emi x SonyBmg.
Março – grava em São Paulo o CD e DVD “Zé Ramalho ao vivo”, o primeiro ao vivo de sua carreira, com gravação de seus maiores sucessos.
2004
Grava “Sinônimos” em participação especial com Chitãozinho e Xororó, no disco da dupla, “Aqui o sistema é bruto”.
2003
A versão de Zé Ramalho ressalta toda a beleza da poesia de Gonzaguinha, pois vem em rítmo ralentado, de propósito, para expor a letra. Primorosa ficou a versão de “Caçador de mim”, de autoria de Sá e Magrão, sucesso nos anos 80. Esta canção recebeu o formato de chanson française, na versão ramalheana.
Em 2003, Zé Ramalho lança “ESTAÇÃO BRASIL”, sua viagem pelo cancioneiro nacional. Neste CD duplo, Zé mostra em 20 canções, suas influências, bem como obras suas, regravadas. A única canção inédita, de sua autoria, é “Nesse Brasil caboclo de mãe preta e pai João”, que abre o disco. Sua homenagem ao Rei do Baião vem numa forma bela e estranha de cantar Asa Branca. O filho do rei, Gonzaguinha, poeta admirado por Zé, é reinterpretado em seu clássico “O que é o que é”.
Os mega sucessos de Tim Maia (‘NÃO QUERO DINHEIRO”) e “MESMO QUE SEJA EU” da dupla Roberto-Erasmo Carlos são conduzidos pelo galope-forró criado pela mente inventiva de Ramalho. Todos os discos de Zé Ramalho têm um tema e um fio condutor, se o ouvinte estiver disposto, vai viajar, sendo assim, o autor costura as estações com sucessos seus, dos anos 70 e 80, desta vez cantados com arranjos até mais belos. São os casos de DESEJO DE MOURO e HINO AMIZADE, por exemplo.
2002
Lança o CD de músicas inéditas todas de sua autoria, “O Gosto da Criação”.